krishnamurti

Aproveitando o domingo, momento em que a maioria das pessoas carrega alguma tensão ou desconforto pelo início da semana que se aproxima, que tal refletirmos sobre os padrões de comportamento que nos impedem de sermos plenamente felizes? Se você de alguma forma não se sente realizado, preste atenção as palavras do mestre Krishnamurti.

“Porque você não muda? O que te impede? Qual seria a sua resposta para este problema, onde o ser humano está vivendo desta maneira por milênios e milênios? Porque eles nunca mudaram?

E porque você não muda? Você conhece as consequências se você não mudar… Você será nacionalista, limitado, isolado na sua ansiedade, nos seus desejos, e por isso nas relações humanas sempre haverá conflito.

Porque você, que se considera uma pessoa séria, não se faz esta pergunta? “Porque eu, um ser humano que passou por tudo isso, não mudei?” Ou você não é sério, você quer viver uma vida muito superficial, e essa superficialidade te satisfaz temporariamente, ou você realmente não se importa.”

Assim se desenvolvem as palestras de Jiddu Krishnamurti, um pensador indiano que viveu entre 1895 e 1986 e se destacou pela maneira como conduzia a espiritualidade.
Aos 13 anos, enquanto brincava na sua cidade natal (Madanapalle), J. Krishnamurti conheceu um membro da Sociedade Teosófica (grupo fundado por Helena Blavatsky no século 19 para estudar doutrinas religiosas). Esse senhor observou no jovem uma aura iluminada e pediu ao pai de Krishnamurti licença para levá-lo a Londres a fim de educá-lo dentro dos princípios espiritualistas. Aos 29 anos, percebendo que queriam transformá-lo num messias, o rapaz rompeu com a instituição, voltou para a Índia e começou a divulgar suas idéias.

“Segundo ele, nós somos nosso próprio mestre e discípulo. A única forma de aprendizado é por meio do autoconhecimento”, como diz Onofre Máximo, da Instituição Cultural Krishnamurti, no Rio de Janeiro.

Amigo de escritores como Aldous Huxley e Henry Miller, Krishnamurti esteve no Brasil em 1935, quando fundou a instituição carioca.

Vejam um trecho de uma de suas conversas, de onde extraí o texto acima.

Isso mesmo, amigos. Krishnamurti não aliviava!! :-) Tava mais para choque elétrico do que leves convites a reflexão. Mas desta forma ganhou milhares de seguidores e deixou um nome de muito respeito na história da filosofia oriental, especialmente na propagação do Vedanta.

Você pode encontrar uma lista enorme de livros escritos por Krishnamurti, mas deixo aqui três recomendações:

-Sobre o Amor e a Solidão
-Uma Nova Maneira de Agir
-O Verdadeiro Objetivo da Vida

E você? Tem coragem de mudar??

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