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Felicidade Interna Bruta, por Susan Andrews (foto acima)

Sempre gostei de Susan Andrews. Já fui aluna dela e digo que tem uma força especial para as questões humanitárias e sua evolução. Mas fiquei muito impressionada com a matéria sobre ‘As lições do Butão’, escrita em sua coluna na revista Época. Conta que este país asiático tem chamado a atenção internacional por ter desenvolvido um sistema que mensura o crescimento interno pelo nível de felicidade dos habitantes, não pelo já conhecido PIB, que há muito já criticado, falha em “contabilizar os custos ambientais e inclui formas de crescimento econômico que são prejudiciais ao bem-estar da sociedade. Por exemplo, despesas com atendimento médico, crime, divórcio e até desastres como o Katrina são computadas como um aumento do PIB!”

Este índice foi chamado de ‘Felicidade Interna Bruta’ por acreditar que a felicidade é o pivô do desenvolvimento, e possui os seguintes indicadores: padrão de vida, saúde, educação, resiliência ecológica, bem-estar psicológico, diversidade cultural, uso equilibrado do tempo, boa governança e vitalidade comunitária. “A renda não é buscada pelo seu bem em si, mas para aumentar a qualidade de vida, para obter a felicidade”. “Felicidade baseada na ética, em cultivar relacionamentos entre as pessoas e com a natureza. E também uma felicidade interior baseada na espiritualidade.”

MINHA NOSSA, GENTE!!! ACHEI QUE TAVA SONHANDO QUANDO LI ISSO!!! Se você quiser ler a reportagem na íntegra ( é curtíssima e imperdível) clique aqui.
Agora quero ir para o Butão!!!
O Butão (“terra do dragão”) é um pequeno e fechado reino nos Himalaias, encravado entre a China, a norte e oeste, e a Índia, a leste e sul. A sua capital é Thimphu.

A tradição situa o início da sua história no século VII, quando o rei tibetano Songtsen Gampo construiu os primeiros templos budistas nos vales de Paro e de Bumthang, mas sua independência da Índia se dá em agosto de 1949.

Com menos de 2 milhões de habitantes, tem a agricultura, essencialmente de subsistência, e a criação animal, como meios de vida para 90% da população. É uma das menores e menos desenvolvidas economias do mundo, de acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas). O Butão também figura entre as dez nações mais felizes, segundo pesquisa da University of Leicester, no Reino Unido. O país tem fome zero, analfabetismo zero, índices de violência insignificantes e nenhum mendigo nas ruas. Não há registro de corrupção administrativa e o povo adora o rei, Jigme Khesar Namgyal Wangchuck, o quinto em cem anos de monarquia (1907-2007).
Em tempos de “Dilma”, vale a pena pensar, não??

E mais curiosidades:

A plantação de maconha corre solta por lá!!! rsrs… Eles alimentam os porcos com a erva.

Desenho de pênis nas fachadas das casas e prédios são comuns. Homenageiam o guru Drukpa Kuenley, deus da fertilidade.

A pimenta é consumida como um legume. Wouwww! Tenho que pensar em um “extintor estomacal ayurvédico anti hemorróidico” quando for para lá. :-)

Vídeo indicado pela Cris Ayres, matéria de Ana Paula Padrão no Jornal da Record.

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