brincadeiras

Me lembro das brincadeiras de crianças mais sutis, talvez que não encontramos hoje em dia. Inocentes, passávamos a tarde brincando e ficávamos bravos com nossos pais que nos chamavam pra tomar o lanche da tarde. Bons tempos!

Reflito sempre, onde foi parar essa criança? Com certeza ela ainda mora em nós. Em algum canto escondida, essa criança pede brincadeiras, carinho, atenção, amizade, palavra, respeito…

Que lindo o trecho da letra de Milton Nascimento, que tem tudo a ver com essa reflexão de hoje. Ganhei de alguém muito especial e atento, em resposta ao post ‘A fidelidade e a verdade’ (clique aqui para ver o post).

Bola de Meia, Bola de Gude

Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão
Há um passado no meu presente
Um sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra
O menino me dá a mão
E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade alegria e amor
Pois não posso
Não devo
Não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso aceitar sossegado
Qualquer sacanagem ser coisa normal

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