Spoonful of Stevia

Mulheres e homens querem controlar o peso sem perder o sabor doce dos alimentos. Muitas pessoas hoje em dia veêm nos adoçantes uma fonte “milagrosa” para substituir o tão temido açúcar.

Um estudo da Universidade de Perdue, nos Estados Unidos, concluiu que consumir apenas itens adoçados artificialmente sacia o desejo de doce apenas nas papilas gustativas da língua. O cérebro não entende a informação e a pessoa continua com vontade de comer.

A grande ingestão de alguns componentes químicos dos adoçantes, como a fenilalanina presente no aspartame, pode derrubar os níveis de serotonina. A serotonina é um neurotransmissor que nos diz quando estamos satisfeitos. Um baixo nível de serotonina pode nos despertar um desejo ardente por comida, levando-nos a ganhar peso. (1)

Além disso, os dois ingredientes mais importantes do aspartame, a fenilalanina e o ácido aspártico, estimulam a liberação de insulina e leptina, hormônios que instruem nosso organismo a estocar gordura.

Quanto aos perigos que os adoçantes artificiais podem trazer à sua saúde, a lista é enorme e as comprovações científicas que liberam o consumo são controvérsias. Muitas questões políticas e econômicas envolveram a liberação dos adoçantes nos Estados Unidos (país de onde se baseia nossa legislação brasileira sobre o assunto) na década de 70 e ainda hoje não há esclarecimentos suficientes para a população sobre a quantidade máxima diária permitida, doenças associadas, bem como o controle de produtos adoçados artificialmente.

As substâncias sacarina e ciclamato já são proibidas em alguns países. A primeira não pode ser usada no Canadá e a segunda nos Estados Unidos. Alguns testes feitos em camundongos resultaram em câncer na bexiga dos animais.

Enxaqueca é o sintoma mais reportado pelo uso dos adoçantes. Outras desordens relatadas são mudança visual, epilepsia, depressão e câncer, especialmente de cérebro. (2)

De acordo com o Dr. H.J. Roberts, um especialista em aspartame que tratou centenas de pacientes com sensibilidade a este químico, os problemas visuais vistos em usuários freqüentes de aspartame são idênticos àqueles detectados nas pessoas que desenvolveram o envenenamento com metanol de álcool de madeira durante o tempo da proibição.

Muitas pesquisas existem sobre o assunto mas poucas chegam ao conhecimento do público. Por isso fica a dica de que quanto mais alimentos frescos você consumir, livres de processos químicos, industrializados e adoçados ou aromatizados artificialmente, melhor.

Desenvolver o paladar para os gosto natural dos alimentos pode ser desafiador no começo mas extremamente benéfico para a sua saúde e para o controle do peso.

(1)Chen, L.N., and Parham, E.S. “College Students’ Use of High-Intensity Sweeteners is Not Consistently Associated with Sugar Consumption,” J Am Diet Assoc. 91 (1991): 686-90
(2) Olney, J.W., Farber, N.B., Spitznagel, E., and Robbins, L.N. “Increasing Brain Tumor Rates: Is There a Link to Aspartame?” J. Neuropathol Exp Neurol 55 (1996): 1115:123

Fonte: ‘Our Stolen Future’, Theo Colborn com tradução no site Nosso Futuro Roubado.
Revista Bons Fluidos

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